Sous le ciel de Paris
 
 

Compromisso é compromisso

Capítulo XXII

             

Eram duas horas da tarde de uma linda tarde tipicamente parisiense. O sol brilhava no céu sem nuvens e de um azul que parecia o sangue da família real cobrindo a cidade. Pessoas iam e vinham pelos Campos Eliseos e ao fundo o Arco do Triunfo ainda nem tinha sido construído. Mas de costas para o Rio Sena estava a imponente Catedral de Notre Dame, onde morava Quasímodo, o Corcunda que amava Émeraude, aquela que deveria ter casado com ele, mas casou-se com outro. Conformado, Quasímodo costumava jogar chumbo fervendo e derretido sobre a multidão numa de suas piadas mais apreciadas.

Ele estava à espera dos quatro amigos que haviam jurado duelar até que todos fossem mortos. Era realmente uma tarde linda para se morrer. Numa casa de música Chopin tocava todos os seu famosos Noturnos, embora ainda nem fosse duas horas. Mas Chopin tocava Noturnos o dia todo. O povo já não agüentava mais. Os que passavam pela casa de música pediam que ele tocasse algum sucesso de pagode, mas só pra contrariar, Chopin tocava Noturnos.

Ainda alguns fanáticos torcedores do Paris Saint German vibravam com o goleiro que soltou aquele frango nos pés de Ronaldinho e por isso foi considerado o maior jogador da Guerra no Japão.

Porthos, Athos e Aramis (Uai, sô? Embaralharam?) vinham pelo lado de lá e D’Artagnan pelo lado de cá. Se encontraram para duelo mas, levaram um susto. Sabe quem estava lá a espera deles? O Sr. De Tréville in persona.

- Eu sabia que vocês estavam aqui, Athos, Porthos e Aramis (Ele sabia a ordem correta) e por isso estou aqui.

- O que deseja, amado chefe? Indagou Athos puxassacosamente.

- Sim, o que ordenas, supremo comandante? Perguntou Athos, fazendo média.

- O que o senhor quer que a gente faça para agradá-lo? Completou Aramis, babando ovo.

- E quem é esse jovem? Indagou De Tréville.

- Sou D’Artagnan e trago uma carta de apresentação escrita por meu pai, que foi seu grande amigo na mocidade e seu colega na Escola de Artes Marciais da França.

- Seu pai era aquele que resolveu ir morar na Gasconha?

- Ele mesmo Sr, De Tréville!

- Passe lá no quartel um dia desses e conversaremos. Agora temos que ir para uma reunião com a rainha, que está em grande dificuldade e precisa de nossa ajuda!

- Eu quebro o galho dela. Adiantou-se Darta, confiante.

- Não se meta nisso. Você não faz parte da tribo! Cortou ríspido o Sr. De Tréville.

E virando-se para os outros três comunicou:

- Vocês partem esta noite para Londres!

- Ou vamos os quatro ou não vai ninguém! Sentenciou Athos, doido para criar um caso e não ter que ir a Londres a cavalo.

 

 

Será que vai dar certo, esta estratégia de Athos?

Com Zidane não funcionou.

 

 

 

 
"Sous le ciel de Paris"
Capítulo XXII
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