A vez de Claudette Capítulo IX Após horas de sexo explicito sem violência, Darta e Brigitte desceram do segundo andar do salão da taverna, Athos, Porthos e Aramis estavam tão embriagados que preferiam cantar velhas cançonetas francesas de gigolôs e suas mulheres a se dedicarem aos prazeres do amor com suas parceiras. Athos nem havia percebido que Brigitte havia subido com D’Artagnan para as alcovas do segundo andar. Porthos batucava na mesa com uma colher e Darta sorriu insinuantemente para Claudette. A moça, que entendia todos os sinais do amor, desvencilhou-se dos braços de Aramis e subiu as escadas com o rapaz que viera da Gasconha. Vestida, Claudette não era muito atraente. Mas, nua deitada sobre a colcha vermelha da cama larga, lembrava aquela foto de Marylin Monroe que enfeitava as borracharias. D’Artagnan, que já havia feito amor pelo menos umas cinco ou seis vezes, animou-se. Retirou pela terceira vez toda a vestimenta ainda empoeirada pela longa viagem e... Tome polca. Claudette também tinha seus truques. Juntava-se a fome com a vontade de comer. E Darta era um gascão indigesto. Claudette apenas balbuciava: - Que homem. Que potência. Que espada! Darta que te quero Darta. Vem. Vem. E Darta respondia: - Vou, Vou... - Vem. - Vou. - Vêem. - Voou. - Vêeem. - Vooou. Os botões da blusa que Claudette usava, haviam sido todos arrancados na febre dos desejos de que uniam a experiência da linda parisiense com a força bruta do simplório caipira que chegava à capital. Enquanto Claudette se vestia, Darta entrou com seu papo: - Sabe, vim do interior e ainda não tenho emprego... Será que Claudette também vai entrar nessa conversa de cerca Lourenço?