Sous le ciel de Paris
 
 

 

 

Uma noite agitada

 

Capítulo VIII

 

Enquanto Athos, Porthos e Aramis (sempre nessa ordem) bebiam alegremente com suas alegres “primas”, D’Artagnan puxou Jeanne pelas mãos e subiu ao quarto que ficavam no andar de cima. Só então a bonita morena reparou que Darta, no vigor de seus vinte anos, eram um belo rapaz. Charmoso, educado e carinhoso. Trocaram beijos e ela sentiu logo que seria uma noite alucinante. Darta era espada no duelo e na cama. Bem diferente dos três amigos que já eram quarentões e sem o entusiasmo da juventude.

- Eu nunca fiz isso com ninguém sem ter um compromisso.

- Eu sei disso meu amor. Como é seu nome?

- Jeanne. E o seu?

- D’Artagnan. Mas pode me chamar de Darta.

- Oh! Você é divino Dartinho.

- Sim. Mas viemos aqui para conversar ou para fazer amor?

Os sussurros e gemidos de Jeanne ecoaram por todo o segundo andar da taverna. Darta não tinha lá muita experiência porque, afinal de contas, só fazia amor com Jacqueline, moça pura do interior e cheia de pudores. Jeanne era despudorada. Que posições! Que vibração! Como era diferente o amor em Paris. E Jeanne, alucinada, já vibrando pela quarta vez consecutiva, exclamava em êxtase:

- Como é gostoso o meu francês!

Então, fartos de tanto amor, começaram a se vestir e preparar para ir ao encontro dos amigos lá embaixo, quando Darta indagou com voz macia:

- Será que posso perguntar uma coisa?

- O que você quiser mon amour.

- Você poderia me emprestar umas duas moedas? Estou chegando a Paris e ainda não arranjei emprego.

- Claro Darta. Tome uma de ouro.

- Só uma?

- Quer mais? Tome três.

- Obrigado meu bem. Quando eu receber meu primeiro salário, pago com juros!

Desceram e Athos, Porthos e Aramis já estavam bem mamados. Brigitte, Claudette e Caterine apenas suportavam os três falantes Mosquiteiros. D’Artagnan sorriu para Brigitte e disfarçadamente a levou para o segundo andar. Abraçou e beijou a parisiense. Foi tirando peça por peça de suas roupas e apareceu aquele corpo escultural. Brigitte também admirou o físico de Darta e o encanto de seu sorriso. E tome polca. Quando se vestiram, Darta fez aquela cara de caipira inocente e... Mais três moedas de ouro. Sorriu. Ainda faltavam Claudette e Caterine...

 

 

Será? Darta irá matar quatro coelhas de uma só cajadada?

E a reação dos três amigos?

 

 

 
 
"Sous le ciel de Paris"
Capítulo VIII
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